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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Banco de réu (Alvaiade / Djalma Mafra)

Sento no banco de réu e aguardo a sentença
Porque até hoje ninguém destruiu minha crença
Pela voz que ordena que eu me conforme
Porque aquele que mora lá em cima não dorme

O sofrer é da vida eu aceito
Não guardo, porém,
Ódio ou rancor dentro do peito
Tenho a minha consciência pura e sã
Quem me condena
Não se lembra do amanhã

Um comentário:

  1. Muito legal. Meu pai gostava muito desse samba, tinha um disco de 75 rotações lá em casa. Bons tempos!

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