Desperta Vila Isabel desperta
Quero ouvir o teu cantor
Tu fostes inspiração de um poeta
Que o destino levou
Desperta Vila Isabel desperta
Teu minuto de silêncio passou
Desperta Vila Isabel desperta
Teu minuto de silêncio passou
Na história do samba o teu nome é cheio de glória
Hoje é sambista suprema
Oh Vila dos lindos poemas
Poemas que são o céu
Desperta Vila Isabel
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
Me Juraram (Bala / Juca)
Me juraram
Eu não serei feliz em minha vida
Me juraram
Eu não serei feliz em minha vida
Quem me jurou eu quis o bem
Eu não mereço praga de ninguém
Quem me jurou eu quis o bem
Eu não mereço praga de ninguém
Tenho certeza que vai se arrepender
Quem rogou praga pra me ver sofrer
Quando a minha vida melhorar
Eu sei quem ela vem me procurar
Dizendo que é minha querida
Mas eu já sei que ela é um atraso de vida
Eu não serei feliz em minha vida
Me juraram
Eu não serei feliz em minha vida
Quem me jurou eu quis o bem
Eu não mereço praga de ninguém
Quem me jurou eu quis o bem
Eu não mereço praga de ninguém
Tenho certeza que vai se arrepender
Quem rogou praga pra me ver sofrer
Quando a minha vida melhorar
Eu sei quem ela vem me procurar
Dizendo que é minha querida
Mas eu já sei que ela é um atraso de vida
Sinal do tempo (Bala / Nilo Moreira)
Sinto que não sou mas aquele que era
Sinto que estou envelhecendo
Os meus cabelos brancos
Pouco a pouco vão surgindo
Eu estou sumindo
Agora só me resta a saudade
O que passou, passou ficou pra trás
Adeus inesquecível mocidade
Saudosos tempos que não voltam nunca mais
Sinto que estou envelhecendo
Os meus cabelos brancos
Pouco a pouco vão surgindo
Eu estou sumindo
Agora só me resta a saudade
O que passou, passou ficou pra trás
Adeus inesquecível mocidade
Saudosos tempos que não voltam nunca mais
Sofro demais (Bala / Juca)
Sofro demais
Sem merecer
As minhas lágrimas
Só Deus quem vê
Senhor tenha pena de mim
Eu não mereço sofrer assim
Hoje sou um pobre sofredor
A felicidade me abandonou
As minha lágrimas
Só Deus quem vê
É quem compreende meu padecer
Sem merecer
As minhas lágrimas
Só Deus quem vê
Senhor tenha pena de mim
Eu não mereço sofrer assim
Hoje sou um pobre sofredor
A felicidade me abandonou
As minha lágrimas
Só Deus quem vê
É quem compreende meu padecer
O Vil Metal (Laila / Duduca)
É só dinheiro que ela quer
Eu vou dar gelo nessa mulher
É só dinheiro que ela quer
Eu vou dar gelo nessa mulher
Não sabe amar!
Nasceu pro mal
Seu grande amor
É o vil metal
É só dinheiro....
Eu vou dar gelo nessa mulher
É só dinheiro que ela quer
Eu vou dar gelo nessa mulher
Não sabe amar!
Nasceu pro mal
Seu grande amor
É o vil metal
É só dinheiro....
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Brasil, fonte das artes (Djalma Sabiá / Nilo Moreira / Caxiné)
És Brasil, fonte das artes,
Cheio de riquezas mil,
Que em nossos selvagens
Já se faziam notar,
Depois veio a civilização,
As academias dando nova formação
À filosofia rudimentar.
Hoje temos obras de talento
Que vêm de longínquas eras,
Temos artes antigas e modernas.
Brasil, Brasil, Brasil,
Fonte das musas, és tu, Brasil,
O sonho, a glória e a vida,
Tesouro das artes reunidas.
Exaltamos nossos mestres brasileiros,
Que até por outros mestres estrangeiros
Foram invejados, com apoteoses laureados,
Tiveram exaltado seu valor
Imitado no produto do seu labor.
Brasil, Brasil, Brasil,
Fonte das musas, és tu, Brasil,
O sonho, a glória, a vida,
Tesouro das artes reunidas.
Cheio de riquezas mil,
Que em nossos selvagens
Já se faziam notar,
Depois veio a civilização,
As academias dando nova formação
À filosofia rudimentar.
Hoje temos obras de talento
Que vêm de longínquas eras,
Temos artes antigas e modernas.
Brasil, Brasil, Brasil,
Fonte das musas, és tu, Brasil,
O sonho, a glória e a vida,
Tesouro das artes reunidas.
Exaltamos nossos mestres brasileiros,
Que até por outros mestres estrangeiros
Foram invejados, com apoteoses laureados,
Tiveram exaltado seu valor
Imitado no produto do seu labor.
Brasil, Brasil, Brasil,
Fonte das musas, és tu, Brasil,
O sonho, a glória, a vida,
Tesouro das artes reunidas.
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Ri melhor é quem ri no fim (Noel Rosa de Oliveira / José Ernesto Oliveira / Raimundo Ferreira Lima)
Depois de três meses de ausência
Volta e implora clemência
Você esqueceu que me fez penar
Que o nosso amor morreu
Quem não lhe quer sou
Por favor me deixe em paz
No meu lar você não volta mais
Foi você que me abandonou
Por isso meu perdão eu não lhe dou
Este mundo é mesmo assim
Ri melhor é quem ri no fim
Volta e implora clemência
Você esqueceu que me fez penar
Que o nosso amor morreu
Quem não lhe quer sou
Por favor me deixe em paz
No meu lar você não volta mais
Foi você que me abandonou
Por isso meu perdão eu não lhe dou
Este mundo é mesmo assim
Ri melhor é quem ri no fim
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Falam de mim (Caxiné / Aníbal Silva / Noel Rosa de Oliveira)
Falam de mim
Mas eu não ligo
Todo mundo sabe
Que sempre fui amigo
Um rapaz como eu
Não merece essa ingratidão
Falam de mim, falam de mim
Mas quem fala não tem razão
Por ciúme ou por despeito
Falam de mim
Não está direito
Procederem assim
Meu coração
Não merece essa ingratidão
Falam de mim, falam de mim
Mas quem fala não tem razão
Mas eu não ligo
Todo mundo sabe
Que sempre fui amigo
Um rapaz como eu
Não merece essa ingratidão
Falam de mim, falam de mim
Mas quem fala não tem razão
Por ciúme ou por despeito
Falam de mim
Não está direito
Procederem assim
Meu coração
Não merece essa ingratidão
Falam de mim, falam de mim
Mas quem fala não tem razão
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