Moço
Meu trabalho é pesado como o que
Moço
Meu batente é duro de doer
Levanto cedo vou pro meu trabalho
Vivo contente procedendo assim
Além dos filhos que deixei em casa
Tem uma dona que cuida de mim
A minha mão é toda calejada
Trabalho muito no cabo da enxada
A minha vida não é sopa não
São 8 bocas me pedindo pão
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
Aliança de casada (Alvaiade / Alberto Maia)
Não zombe
Que eu falo no seu ouvido
Se eu falar um minuto é um perigo
Se até hoje ainda não disse nada
É respeitando a sua aliança de casada
Como sofre um homem respeitador
Se eu não sou eu
Perdia até o valor
Mas o culpado sou eu em ser tão direitinho
Mas agora eu aviso
Não deixe o ouvido no caminho
Que eu falo no seu ouvido
Se eu falar um minuto é um perigo
Se até hoje ainda não disse nada
É respeitando a sua aliança de casada
Como sofre um homem respeitador
Se eu não sou eu
Perdia até o valor
Mas o culpado sou eu em ser tão direitinho
Mas agora eu aviso
Não deixe o ouvido no caminho
terça-feira, 7 de abril de 2009
Na chave do portão (Djalma Mafra / Alberto Maia)
Eu vi meu erro, mas é tarde demais
Para lhe pedir perdão
Além disso, eu não sei
Onde ele foi morar, eu não
Ele deixou pendurado na chave do portão
Um adeus escrito a lápis num pedaço de cartão
E foi sincero até na hora de partir
O meu coração sem ele
Não me deixará sorrir
Para lhe pedir perdão
Além disso, eu não sei
Onde ele foi morar, eu não
Ele deixou pendurado na chave do portão
Um adeus escrito a lápis num pedaço de cartão
E foi sincero até na hora de partir
O meu coração sem ele
Não me deixará sorrir
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