Eu tenho saudade
Dos sambas de antigamente
Quando o samba deixava uma vaga tristeza
No peito da gente
Não era amargura e nem desventura
E nem sofrimento
Era uma nostalgia, era melancolia
Era um bom sentimento
Nos dias de hoje
O samba ficou diferente
Não tem mais dolência mudou a cadência
E o povo nem sente
Sua melodia é uma falsa alegria
Que passa com o vento
Ninguem percebeu mas o samba perdeu
Sua voz de lamento
Quando eu canto na roda de samba
Um samba que é mais antigo
A moçada se cala, escuta, aprende
E ainda canta comigo
O que falta pra quem faz um samba
É a tristeza que vem de outro tempo
Quem não sabe a ciência do samba
Vai fazer o que pede o momento
O segredo da força do samba
É a vivencia do seu fundamento
O que faz ser eterno um bom samba
É a beleza que tem seu lamento
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Sofro Tanto (Mauro Duarte, Maurício Tapajós, Paulo César Pinheiro)
Ai, sofrer, ai chorar
Eu derramo tanto pranto
Sofro tanto sossego nem pensar
Abriu no peito uma ferida
E eu trago minha alma dolorida
Não faço outra coisa na vida
É sofrer sem ter peso
É chorar sem medida
Eu derramo tanto pranto
Sofro tanto sossego nem pensar
Abriu no peito uma ferida
E eu trago minha alma dolorida
Não faço outra coisa na vida
É sofrer sem ter peso
É chorar sem medida
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Serrinha (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Serrinha
É o império do samba chegando
É o povo te homenageando
Te escolhendo como a preferida
Serrinha, que no meio de tanta riqueza
É uma dama da alta nobreza
No cortejo real da avenida
Mas que sedução
Que triunfal
Teu pavilhão imperial
És tradição, és imortal
Sobre as cores verde e branco
Repousa a coroa do império sobre o carnaval
Mesmo quando perde o povo grita é o vencedor
Porque o povo tem o coração de imperador
Império serrano é a minha escola que dá prazer
É o prazer da serrinha
E nos orgulhamos de dizer
Imperial, imperial
Eu sou também efó geral
Por isso vem, vem pessoal
E vamos jurar a bandeira imperial
É o império do samba chegando
É o povo te homenageando
Te escolhendo como a preferida
Serrinha, que no meio de tanta riqueza
É uma dama da alta nobreza
No cortejo real da avenida
Mas que sedução
Que triunfal
Teu pavilhão imperial
És tradição, és imortal
Sobre as cores verde e branco
Repousa a coroa do império sobre o carnaval
Mesmo quando perde o povo grita é o vencedor
Porque o povo tem o coração de imperador
Império serrano é a minha escola que dá prazer
É o prazer da serrinha
E nos orgulhamos de dizer
Imperial, imperial
Eu sou também efó geral
Por isso vem, vem pessoal
E vamos jurar a bandeira imperial
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Um Ser De luz (Mauro Duarte / João Nogueira / Paulo César Pinheiro)
Um dia um ser de luz nasceu
Numa cidade do interior
E o menino Deus lhe abençoou
De manto branco ao se batizar
Se transformou num sabiá
Dona dos versos de um trovador
E a rainha do seu lugar
Sua voz então
A se espalhar corria chão
Cruzava o mar levada pelo ar
Onde chegava espantava a dor
Com a força do seu cantar
Mas aconteceu um dia
Foi que o menino Deus chamou
E ela se foi pra cantar
Para além do luar
Onde moram as estrelas
E a gente fica a lembrar
Vendo o céu clarear
Na esperança de vê-la, sabiá
Sabiá, que falta faz sua alegria
Sem você, meu canto agora é só melancolia
Canta meu sabiá, voa meu sabiá
Adeus meu sabiá, até um dia
Numa cidade do interior
E o menino Deus lhe abençoou
De manto branco ao se batizar
Se transformou num sabiá
Dona dos versos de um trovador
E a rainha do seu lugar
Sua voz então
A se espalhar corria chão
Cruzava o mar levada pelo ar
Onde chegava espantava a dor
Com a força do seu cantar
Mas aconteceu um dia
Foi que o menino Deus chamou
E ela se foi pra cantar
Para além do luar
Onde moram as estrelas
E a gente fica a lembrar
Vendo o céu clarear
Na esperança de vê-la, sabiá
Sabiá, que falta faz sua alegria
Sem você, meu canto agora é só melancolia
Canta meu sabiá, voa meu sabiá
Adeus meu sabiá, até um dia
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Sublime Primavera (Mauro Duarte, Paulo César Pinheiro)
Tem um dia que a gente sempre espera
A chegada da sublime primavera
Só não pode é desistir nem blasfemar
Que vai chegar (2x)
Tem momentos em que a gente desespera
Pois parece uma ilusão, uma quimera
Mas também não custa nada se sonhar
Que vai chegar (2x)
Por pior que seja a vida
Eu não vou viver tristonho
Pois a única saída
É acreditar no sonho
De uma árvore caída
Tem raiz que ainda teima no chão se agarrar
Que a esperança não duvida
Da sublime primavera perdida que vai chegar
A chegada da sublime primavera
Só não pode é desistir nem blasfemar
Que vai chegar (2x)
Tem momentos em que a gente desespera
Pois parece uma ilusão, uma quimera
Mas também não custa nada se sonhar
Que vai chegar (2x)
Por pior que seja a vida
Eu não vou viver tristonho
Pois a única saída
É acreditar no sonho
De uma árvore caída
Tem raiz que ainda teima no chão se agarrar
Que a esperança não duvida
Da sublime primavera perdida que vai chegar
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Samba de Botequim (Mauro Duarte, Paulo César Pinheiro)
Pra mim um verso de poeta
E a melodia de um compositor
É sempre a minha forma mais direta
De combater a força de uma dor
Pra mim o papo de um amigo
E um copo de um bom vinho ou de um licor
Já é o que eu preciso ter comigo
Pra enfrentar qualquer perigo de desilusão no amor
Foi isso que aprendi no chão da rua
Foi isso que aprendi no botequim
Por isso é que saio buscando nas noites de lua
Alguém que na mesa de um bar cante um samba pra mim
E a melodia de um compositor
É sempre a minha forma mais direta
De combater a força de uma dor
Pra mim o papo de um amigo
E um copo de um bom vinho ou de um licor
Já é o que eu preciso ter comigo
Pra enfrentar qualquer perigo de desilusão no amor
Foi isso que aprendi no chão da rua
Foi isso que aprendi no botequim
Por isso é que saio buscando nas noites de lua
Alguém que na mesa de um bar cante um samba pra mim
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Reza, Meu Bem (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Reza, meu bem
Reza que acalma
Reza pelo nosso bem
Pelo corpo e pela alma
Sem blasfemar
Vou rezar do jeito meu
Meu altar são os braços teus
Sem transgredir
Já escrevi os versos meus
Junto a ti estou junto a Deus
Ô ô ô ô
Do teu lado a vida tem sentido
Ô ô ô ô
Junto a ti me sinto convertido
Reza que acalma
Reza pelo nosso bem
Pelo corpo e pela alma
Sem blasfemar
Vou rezar do jeito meu
Meu altar são os braços teus
Sem transgredir
Já escrevi os versos meus
Junto a ti estou junto a Deus
Ô ô ô ô
Do teu lado a vida tem sentido
Ô ô ô ô
Junto a ti me sinto convertido
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Resgate (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Revendo os mais belos sambas da nossa história
Quantos compositores morreram sem glória
Foram esquecidos em seu mundo de ilusões
Muitos sempre exerceram outras profissões
Mas o dom maior acho que foi o samba nos seus corações
Alguns poetas não viram nada ser gravado
Mas seus versos vão de boca em boca
Porém com o tempo serão apagados
Deles nada restará nem mesmo o seu passado (2x)
Sinto que a hora é de resgatar
Vamos dar valor a arte popular
Que ela sempre foi quem fez a festa
Mas jamais se manifesta
Quando tem que desfrutar
Salve os poetas, salve os bons compositores
Que não puderam realizar sua vontade
Salve os humildes, artesãos, trabalhadores
Salve os que guardam consigo sua vã felicidade
Salve o talento dos anônimos autores
Que não puderam demonstrar sua vaidade
Salve os artistas esquecidos, sonhadores
Que escreveram pelas ruas a história da cidade
Quantos compositores morreram sem glória
Foram esquecidos em seu mundo de ilusões
Muitos sempre exerceram outras profissões
Mas o dom maior acho que foi o samba nos seus corações
Alguns poetas não viram nada ser gravado
Mas seus versos vão de boca em boca
Porém com o tempo serão apagados
Deles nada restará nem mesmo o seu passado (2x)
Sinto que a hora é de resgatar
Vamos dar valor a arte popular
Que ela sempre foi quem fez a festa
Mas jamais se manifesta
Quando tem que desfrutar
Salve os poetas, salve os bons compositores
Que não puderam realizar sua vontade
Salve os humildes, artesãos, trabalhadores
Salve os que guardam consigo sua vã felicidade
Salve o talento dos anônimos autores
Que não puderam demonstrar sua vaidade
Salve os artistas esquecidos, sonhadores
Que escreveram pelas ruas a história da cidade
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Reserva de Domínio (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Um coração tão machucado como o meu
Não tem mais forças pra agüentar uma outra dor
Já está cansado de aventuras
Foram tantas amarguras
Tá difícil de encarar um novo amor
Mas sei que muitas insistências vão surgir
Com a carência que hoje existe por aí
Pois a alma aflita pelo tédio
Mediante tanto assédio
Se também se descuidar vai sucumbir
Mas tem que suportar
Sem se preocupar
Com as palavras atiradas pelo chão
Com as promessas perturbando o coração
São juras e mais juras desvairadas
Que eu presumo aparecer
Mas pra não sofrer
Tenho que me armar
Pro domínio não perder
Sei que água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura
E é o que não pode acontecer
Não tem mais forças pra agüentar uma outra dor
Já está cansado de aventuras
Foram tantas amarguras
Tá difícil de encarar um novo amor
Mas sei que muitas insistências vão surgir
Com a carência que hoje existe por aí
Pois a alma aflita pelo tédio
Mediante tanto assédio
Se também se descuidar vai sucumbir
Mas tem que suportar
Sem se preocupar
Com as palavras atiradas pelo chão
Com as promessas perturbando o coração
São juras e mais juras desvairadas
Que eu presumo aparecer
Mas pra não sofrer
Tenho que me armar
Pro domínio não perder
Sei que água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura
E é o que não pode acontecer
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Perdão (Mauro Duarte / Maurício Tapajós / Paulo César Pinheiro)
Ai, perdão, venha ao encontro de mim
Já ando necessitado
De também ser perdoado
Para dar perdão no fim
Nesse mundo todo mundo erra
Jesus Cristo quando andou na Terra
Não errou mas foi sacrificado
E clamou por todos nós
Perdão eu vou tentar ser assim
Pois perdoando o pecado
Eu posso ser perdoado
Se sobrar perdão pra mim
Já ando necessitado
De também ser perdoado
Para dar perdão no fim
Nesse mundo todo mundo erra
Jesus Cristo quando andou na Terra
Não errou mas foi sacrificado
E clamou por todos nós
Perdão eu vou tentar ser assim
Pois perdoando o pecado
Eu posso ser perdoado
Se sobrar perdão pra mim
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Maurício Tapajós,
Mauro Duarte,
Paulo César Pinheiro
A Paixão e a Jura (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Eu ando sofrendo tanto
Quando essa paixão me invade
Que às vezes me pego em pranto
Com receio de ferir outra amizade
Você me procura
E eu não sei negar amor nem resistir
Mas fiz uma jura
E essa jura é tão difícil de cumprir
Eu tenho pensado nisso
Mas não sei na realidade
Se desfaço o compromisso
Ou se evito um grande amor contra vontade
Isso é uma tortura
E eu sei bem ninguém por mim vai decidir
E a paixão e jura
Vão fazendo o coração se dividir
Talvez tudo isso seja breve
Talvez eu volte ao meu caminho
Talvez essa paixão me leve
Talvez eu venha terminar sozinho
Quando essa paixão me invade
Que às vezes me pego em pranto
Com receio de ferir outra amizade
Você me procura
E eu não sei negar amor nem resistir
Mas fiz uma jura
E essa jura é tão difícil de cumprir
Eu tenho pensado nisso
Mas não sei na realidade
Se desfaço o compromisso
Ou se evito um grande amor contra vontade
Isso é uma tortura
E eu sei bem ninguém por mim vai decidir
E a paixão e jura
Vão fazendo o coração se dividir
Talvez tudo isso seja breve
Talvez eu volte ao meu caminho
Talvez essa paixão me leve
Talvez eu venha terminar sozinho
Nunca Mais (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Nunca mais (6x)
Nunca mais ouvirei somente a voz do coração
Quanto mais quando a gente segue a trilha da paixão
Tanto faz para o coração sofrer ou não
Mas a tristeza deixa a gente sem defesa e dói demais
Nunca mais deixarei de ouvir conselhos da razão
Não me apraz ser de novo um prisioneiro da ilusão
Aliás nem sei se serei feliz ou não
Eu nada espero o que eu não quero é sofrer mais
Vou ter mais cautela agora, palavra de rei
Porque me recordo bem do pranto que chorei
E lágrima de amor quando se desfaz
Na correnteza da dor carrega a paz
Por isso eu não vou voltar atrás
O que eu chorei já não choro mais, nunca mais
Nunca mais ouvirei somente a voz do coração
Quanto mais quando a gente segue a trilha da paixão
Tanto faz para o coração sofrer ou não
Mas a tristeza deixa a gente sem defesa e dói demais
Nunca mais deixarei de ouvir conselhos da razão
Não me apraz ser de novo um prisioneiro da ilusão
Aliás nem sei se serei feliz ou não
Eu nada espero o que eu não quero é sofrer mais
Vou ter mais cautela agora, palavra de rei
Porque me recordo bem do pranto que chorei
E lágrima de amor quando se desfaz
Na correnteza da dor carrega a paz
Por isso eu não vou voltar atrás
O que eu chorei já não choro mais, nunca mais
Menino Deus (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Raiou, resplandeceu, iluminou
Na barra do dia o canto do galo ecoou
A flor se abriu, a gota de orvalho brilhou
Quando o amanhã surgiu dos dedos de nosso senhor
A paz amanheceu sobre o país
E o povo até pensou que já era feliz
Mas foi porque pra todo mundo pareceu
Que o menino Deus nasceu
A tristeza se abraçou com a felicidade
Entoando cantos de alegria e liberdade
Parecia um carnaval no meio da cidade
Que me deu vontade de cantar pro meu amor
Na barra do dia o canto do galo ecoou
A flor se abriu, a gota de orvalho brilhou
Quando o amanhã surgiu dos dedos de nosso senhor
A paz amanheceu sobre o país
E o povo até pensou que já era feliz
Mas foi porque pra todo mundo pareceu
Que o menino Deus nasceu
A tristeza se abraçou com a felicidade
Entoando cantos de alegria e liberdade
Parecia um carnaval no meio da cidade
Que me deu vontade de cantar pro meu amor
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Mais Consideração (Mauro Duarte / Maurício Tapajós / Paulo César Pinheiro)
A minha dor merece mais consideração
Só porque eu não choro até parece
Que eu não tô sofrendo de paixão
Mas por favor não é isso não
A minha dor não aparece pra não alimentar essa ilusão
Por dentro a minha dor é só uma prece
A suplicar que ele regresse pra aliviar meu coração
Só quem dá sinal de rendição
Vai duvidar de quem padece por não querer chorar em vão
Porém se contra a dor que me entristece
O meu sorriso prevalece
Eu de sorrir não abro mão
Só porque eu não choro até parece
Que eu não tô sofrendo de paixão
Mas por favor não é isso não
A minha dor não aparece pra não alimentar essa ilusão
Por dentro a minha dor é só uma prece
A suplicar que ele regresse pra aliviar meu coração
Só quem dá sinal de rendição
Vai duvidar de quem padece por não querer chorar em vão
Porém se contra a dor que me entristece
O meu sorriso prevalece
Eu de sorrir não abro mão
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Lenha Na Fogueira (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Apesar de te amar como és
Eu jamais cairei a teus pés
Pois no amor tem que haver compreensão dos dois
Pra não sofrer depois
Decepções cruéis
Todo abismo de amor nasce igual
O egoísmo é o primeiro degrau
Quem espera do amor mais do que ele tem
Acaba sem ninguém
Na direção do mal
Aprendi que amor é desde o início
Mais renúncia e sacrifício
Que prazeres pra quem ama
Mas sendo amor também essa fogueira
Quem põe lenha a vida inteira
Nunca mais apaga a chama
Eu jamais cairei a teus pés
Pois no amor tem que haver compreensão dos dois
Pra não sofrer depois
Decepções cruéis
Todo abismo de amor nasce igual
O egoísmo é o primeiro degrau
Quem espera do amor mais do que ele tem
Acaba sem ninguém
Na direção do mal
Aprendi que amor é desde o início
Mais renúncia e sacrifício
Que prazeres pra quem ama
Mas sendo amor também essa fogueira
Quem põe lenha a vida inteira
Nunca mais apaga a chama
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Engano (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
O amor que acumulei na vida
Foi mais que eu pude dar de mim
Por isso a dor foi mais sentida
Quando eu fiquei sozinho assim
Porque que o amor tem esse lado de ironia (2x)
Que nos enche de alegria pra chorar no fim
Eu fiquei triste porque o amor foi meu engano
E eu não sabia como dói uma ilusão
Contra a tristeza eu faço um esforço sobre-humano
Mas ela agora mora no meu coração
Foi mais que eu pude dar de mim
Por isso a dor foi mais sentida
Quando eu fiquei sozinho assim
Porque que o amor tem esse lado de ironia (2x)
Que nos enche de alegria pra chorar no fim
Eu fiquei triste porque o amor foi meu engano
E eu não sabia como dói uma ilusão
Contra a tristeza eu faço um esforço sobre-humano
Mas ela agora mora no meu coração
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Dúvida (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Pelo amor de Deus
Conte a todo mundo que me ama
Principalmente aonde eu moro
Onde eu vivo dizendo que te adoro
Pelo amor de Deus
Tome consciência do meu drama
Já está saindo comentário
Você ouve e não fala o contrário
Todo mundo me admira
Mas alguma coisa já mudou
Já estão pensando que é mentira
Quando eu falo sobre o nosso amor
Dizem que você foi sutil
Pela dúvida que causou
Quando lhe comentaram você sorriu
Quando lhe perguntaram você calou
Conte a todo mundo que me ama
Principalmente aonde eu moro
Onde eu vivo dizendo que te adoro
Pelo amor de Deus
Tome consciência do meu drama
Já está saindo comentário
Você ouve e não fala o contrário
Todo mundo me admira
Mas alguma coisa já mudou
Já estão pensando que é mentira
Quando eu falo sobre o nosso amor
Dizem que você foi sutil
Pela dúvida que causou
Quando lhe comentaram você sorriu
Quando lhe perguntaram você calou
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Contentamento (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Meu contentamento não tem fim
Tomara Deus que isso venha a perdurar sempre assim
E por isso agora eu vou viver cantando
Porque chorando secou quase todo o meu pranto
Eu sei bem que mereço mas não esperava tanto
Como eu já sofri bastante posso erguer as mãos pro céu
Pra pedir também pelos que sofrem nesse instante
Que Deus olhe mais pelos seus perto do que me deu
(É por isso que o)
Tomara Deus que isso venha a perdurar sempre assim
E por isso agora eu vou viver cantando
Porque chorando secou quase todo o meu pranto
Eu sei bem que mereço mas não esperava tanto
Como eu já sofri bastante posso erguer as mãos pro céu
Pra pedir também pelos que sofrem nesse instante
Que Deus olhe mais pelos seus perto do que me deu
(É por isso que o)
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Compaixão (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Eu vou pedir a Deus pra te perdoar
Pois tenho compaixão de ti
Inclusive eu vou pedir pra nem te cobrar
Por tudo aquilo que eu sofri
Apesar dessa lembrança de tristeza e dor
Eu não desejei vingança nem guardei rancor
Tenho dó nesse momento dos pedidos teus
Mas teu arrependimento eu entrego a Deus
Pois tenho compaixão de ti
Inclusive eu vou pedir pra nem te cobrar
Por tudo aquilo que eu sofri
Apesar dessa lembrança de tristeza e dor
Eu não desejei vingança nem guardei rancor
Tenho dó nesse momento dos pedidos teus
Mas teu arrependimento eu entrego a Deus
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Carioca da Gema (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)
Sou carioca tenho muitos anos de janela
Sou do bairro imperial
Bati canela entre a rua dela e o Largo da Cancela
Andei no morro de São Roque, no Tuiuti também
Brinquei no bloco do ninguém é de ninguém (foi lá que eu andei)
Por causa dela
A moça da cor de canela
Que era a mais bela, eu sou compositor
Fiz meu nome na favela
Fui boêmio do Capela
Sou querido no meio do meu pessoal
E meu grande amor na passarela
É a Portela quando chega o carnaval
Sou do bairro imperial
Bati canela entre a rua dela e o Largo da Cancela
Andei no morro de São Roque, no Tuiuti também
Brinquei no bloco do ninguém é de ninguém (foi lá que eu andei)
Por causa dela
A moça da cor de canela
Que era a mais bela, eu sou compositor
Fiz meu nome na favela
Fui boêmio do Capela
Sou querido no meio do meu pessoal
E meu grande amor na passarela
É a Portela quando chega o carnaval
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